segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A mágoa..



A mágoa é sempre feita do tempo que corre e não formou o seu fruto.

Antoine de Saint-Exupéry

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

O velho e o neto



Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava a mesa para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca, deixava sempre cair um bocado pelos cantos. O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo.
Finalmente, acabaram fazendo o velho se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e - o que era pior - nem lhe davam bastante. O velho olhava para mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrima.
Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com ele, que não disse nada, só suspirou. Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha que comer.
Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de oito anos, estava brincando com uns pedaços de pau.
- O que é que você está fazendo? - perguntou o pai.
O menino respondeu:
- Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.
O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o avô de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava alguma coisa, ninguém dizia nada.

Willian J. Bennett

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O pobre e satisfeito....



O pobre e satisfeito é rico, e rico o bastante. Riquezas ilimitadas, no entanto, são um inverno gélido para quem teme empobrecer.

William Shakespeare

quarta-feira, 22 de julho de 2015

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Veja você.....


Veja você, eu que tanto cuidei da minha paz
Tenho o peito doendo, sangrando de amor.

Vinícius de Moraes e Toquinho

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Sorrir



Sorrir nos deixa não só mais felizes como também mais belos.

Suzana Herculano-Houzel

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O amor é ...



O amor é poderoso como a eletricidade e pode iluminar toda a vida de uma pessoa.

Susan S. Florence

quarta-feira, 29 de abril de 2015

O amor é a poesia ...



O amor é a poesia dos sentidos. Retém em suas mãos o destino de tudo o que é grandioso no homem e tudo o que pertence à sua mente. Ou é sublime, ou não existe, simplesmente. Quando existe, é para sempre, e aumenta a cada dia. O amor é tal que os antigos o consideravam filho da terra e do céu.

Honoré de Balzac

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Amar é ...


Amar é ter uma sensação diferente,
É fazer nascer no coração uma semente
É deixar que alguém goste da gente
É amar uma pessoa somente.
Amar é sentir ciúme da pessoa amada
E às vezes acordar de madrugada
Por nada.

Autor desconhecido

quinta-feira, 9 de abril de 2015

A suprema virtude...



No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude.

Henry W. Longfellow

terça-feira, 7 de abril de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

A culpa...


A culpa motivada pelo amor cura a mágoa; a culpa baseada no medo só faz escondê-la.

Mark W. Baker

quinta-feira, 19 de março de 2015

Assuma consigo ...



Assuma consigo mesmo o compromisso de estar constantemente melhorando.

H. Jackson Brown, Jr.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Como é doce o romper d'alva


Como é doce o romper d'alva,
É-me doce o teu sorrir,
Doce e puro, qual d'estrela
De noite - o meigo luzir.

Eram meus teus pensamentos,
Teu prazer minha alegria,
Doirada fonte d'encantos,
Fonte da minha poesia.

Gonçalves Dias


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Um acidente...



um acidente pode ser positivo ou negativo. Depende de como você o vê. De como altera a sua vida daquele dia em diante.

Federico Moccia

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Rascunho de Carta



Rascunho de Carta

Esse vento ... a mão da amada malvada.
Gravetos enforcando o ar que respiro.
Nossos olhos sedentos, de vampiro,
batem pálpebras pela madrugada.

Não sei de que dores foi desenhada
a palavra amor, manchando papiro.
Esta mancha rubra - a que me refiro - 
fere em vermelho velho toda a estrada.

Soluçando, o sol não esculpe sombras.
O que foi paisagem branca de pombos
são missivas de cinzas, sobras, sonhos.

Componho outro epílogo, outro poema, 
monólogos de uma boca fria, extrema,
a reunir trevas e luz: versos estranhos.

Edmar Guimarães